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Estes pequenos monumentos, relembram-nos o espírito religioso
das gentes de Figueiró.
Espalhados pela aldeia e arredores, a sua memória
perde-se no tempo, desconhecendo-se a sua origem.
Carcomidos pelos anos ou reparados em azulejo,
eles lembram, a quem por ali caminha, a rezar pelos que a morte
levou.
Impressionava ver a população, acompanhar ao cemitério um
conterrâneo seu. Ao passar pelas alminhas, o caixão era pousado
no chão e todos rezavam a voz do sacerdote que anunciava o
Pater-Noster.
Hoje não são mais que uma lembrança desses
tempos, graças a Deus tem sido alvo de atenção e continuam a
manter-se como um património culturalmente valioso.
Em Setembro de 2005 foram reparadas algumas destas alminhas, por
intermédio de Jose Maria Mendes e Prazeres Santos Marques e o
trabalho realizado por Manuel Prazeres dos Santos.

Alminha no Caminho da Vila

Alminha
na Atalaia

Alminha no Cimo do Lugar
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